É iss aí gente! Novo ano, novas expectativas, novas possibilidades, novas esperanças, novas amizades, novas paixões, novos passos, novo tudo!
Feliz ano novo.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Adeus ano velho, Feliz ano novo !
Bom, o que você anda preparando para 2011? Boas coisas, espero. Com certeza a única forma de realizá-las é confiando em si mesmo e não nos outros. Seja você mesmo, não importa as circunstâncias. Um alguém certo vai gostar de você como você é. Não procure agradar ninguém sem necessidade. Ame, ame muito as pessoas à sua volta. Você irá precisar delas tanto quanto elas precisarão de você. Sinta saudades e mate-a com um abraço bem gostoso e demorado. Aproveite o melhor da vida. Sorria, a cada gesto delicado e bondoso, dê seu melhor sorriso. Numa manhã tediosa e chata, sorria. Quem sabe não deixa alguém de bom humor num dia tão baixo astral? Senti vontade de chorar e berrar feito doida(o)? Grite! Chore, coloque tudo pra fora. Você vai se sentir melhor depois disso. Problemas? Todo mundo tem. Mas aposto que se pegasse o problema do próximo, acharia mais difícil e escolheria o seu. Então, olhe para seus problemas como um ensinamento chato de você crescer na vida, intelectualmente e moralmente. Não olhou para seu(sua) melhor amigo(a)? Não a(o) abraçou? Não falou que o(a) ama? Que ele(a) faz falta? Acho melhor você fazer isso o mais rápido possível. Aposto que uma risada vinda dele(a) vai te fazer sentir bem melhor, bem mais feliz. Seja criança em questão de perdoar. Não guarde rancores. O que vai te trazer de bom mágoas? Se alguém te pedir perdão, olhe bem nos olhos da pessoa, abra seu coração e apenas diga: Você está perdoado. Talvez não perceba a diferença, mas, você se sente melhor depois que está tudo na boa. Não esqueça que Deus está conosco. Não importa o que somos, quem somos, onde estamos, como estamos, o que importa é que ele te ama e somos sua criação. Ele te ama. Nunca pense que você está sozinho, Deus é alguém e ele sempre vai estar do seu ladinho esperando que você perceba isso. Deixe ele estar com você em 2011, deixe ele habitar em sua vida. Não deixe que as ilusões tomem conta de você, seja forte. Confiante acima de tudo. Pense no seu presente, porque seu futuro depende dele.
Isso aí gente! Feliz Ano Novo!
por.: Bruna Coelho
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
It was once
(...)
Continuaram seu caminho, se aprofundando cada vez mais na floresta,
até chegarem a uma clareira. O caçador disse:
- Vamos deixar nossos alçapões aqui.
O caçador armou um alçapão e ensinou o cego a armar o outro. Quando
os dois alçapões estavam armados, o caçador disse: - Amanhã vamos voltar
para ver o que pegamos. E os dois voltaram juntos para a aldeia.
Na manhã seguinte, acordaram cedo. Mais uma vez, foram andando pela
floresta. O caçador se ofereceu para segurar a mão do cego, mas o cego
disse:
- Não, agora já conheço o caminho.
Dessa vez, o homem cego foi andando na frente. Não tropeçou em
nenhuma raiz nem toco de árvore. Não errou o caminho nem uma vez.
Andaram, andaram, até chegarem à clareira em que tinham armado os
alçapões.
De longe, o caçador viu que havia um pássaro preso em cada alçapão.
De longe, viu que o pássaro preso em seu alçapão era pequeno e cinzento
e que o pássaro preso no alçapão do cego era lindo, com penas verdes,
vermelhas e douradas.
- Sente-se ali - ele disse. - Cada um de nós apanhou um pássaro. Vou
tirá-los dos alçapões.
O cego sentou-se e o caçador foi até os alçapões, pensando:
- Um homem que não enxerga nunca vai perceber a diferença.
E o que foi que ele fez? Deu ao cego o pequeno pássaro cinzento e
ficou com o lindo pássaro de penas verdes, vermelhas e douradas.
O cego pegou o pássaro cinzento nas mãos, levantou-se e os dois
rumaram de volta para casa.
Andaram, andaram, e a certa altura o caçador disse:
- Já que você é tão inteligente e enxerga com os ouvidos, responda
uma coisa: por que há tanta desavença, ódio e guerra neste mundo?
O cego respondeu:
- Porque este mundo está cheio de gente como você, que pega o que
não é seu.
O caçador se encheu de vergonha. Pegou o pássaro cinzento da mão do
cego e deu-lhe o pássaro lindo, de penas verdes, vermelhas e douradas.
- Desculpe - ele disse.
Os dois continuaram andando, e a certa altura o caçador disse:
- Já que você é tão inteligente e enxerga com os ouvidos, responda
uma coisa: por que há tanto amor, bondade e conciliação neste mundo?
O cego respondeu:
- Porque este mundo está cheio de gente como você, que aprende com
seus próprios erros.
Os dois continuaram andando, até chegarem à aldeia.
E, a partir daquele dia, quando alguém perguntava ao cego:
- Como é que você consegue saber tanta coisa, sem enxergar?, era o
caçador que respondia:
- É que ele enxerga com os ouvidos... e ouve com o coração.
domingo, 26 de dezembro de 2010
Quarta e quinta página do meu livro
Parei pro lanche de quinze minutos, onde na verdade foi de menos porque eu não queria manter meus pensamentos ligados a aquele ser. Então, para poupar meu coração de um aperto quase como uma explosão era melhor eu ocupar minha brilhante mente com coisas que servem pra minha vida como o meu trabalho. Avisei o chefe que eu estava voltando pra minha mesa para adiantar o trabalho. Ele aceitou numa boa. Só falou para não mexer em nada além do meu computador e da minha mesa. Dei uma olhada nas outras notícias, vi entrevistas e outras coisas que uma jornalista me mandou. Salvei várias fotos e montei manchetes e aprimorei meus textos. No fim acabei saindo mais cedo da editora. Meu chefe ficou impressionado comigo e com minha eficiência. Falou que se eu continuasse assim eu iria longe. E ficou falando mais um monte de baboseiras em quanto eu só dava curtos sorrisos de agradecimento. Arrumei minha mesa para o outro dia quando eu chegasse já estivesse bem ajeitada e saí.
Fui tomando um milkchake, aliás, não ter lanchado no meu intervalo me deu fome. Quando suguei a última gota daquele delicioso sorvete quase derretido, o joguei num lixinho que há nas ruas. O tempo estava meio nublado agora. Sem vento e sem sol, claro. Tudo parecia tão silencioso calmo. Era anoitecer em quanto andava rumo à minha casa, eu ouvia os passarinhos que cantavam numa árvore do outro lado da rua. Estava tão calmo que deu vontade de deitar no banco da pracinha e dormir, ficar ali pra sempre. Mas, eu tinha uma luta do esquecimento para vencer e não iria vacilar. Em quanto andava fui olhando ao redor. Percebi grandes e lindas flores firmes no chão. Algumas rosadas, outras mais vermelhas e tinha até azuis. Numa casa com cor verde claro observei um pequeno jardim na frente. As flores eram bem cuidadas e de todas que havia a mais bonita eram as orquídeas. Eram tão variadas quanto às cores. De diversas formas e tamanhos. Lembrei-me dos tempos em que morava numa casa com meus pais antes da faculdade. Nossa casa era simples, mas eu a amava. Sempre cheia de enfeites e de amor. Minha mãe costumava sempre dizer que as flores enchiam o ambiente de paz. Ela também dizia que para afastar os maus pensamentos era só cuidar de uma flor. No nosso jardinzinho mamãe plantava e cuidava das flores. Só que eu sempre soube que suas preferias eram as orquídeas. Atrás de nossa casa havia muitas delas. Era tão prazeroso ver mamãe feliz e bem sucedida. Ela sempre teve sonhos pequenos. Ela apenas queria ter filhos, um marido, uma casa e muitas flores nela. Eu sou a única filha que ela tinha. É engraçado porque ela sempre dizia que logo, logo eu teria irmãozinhos correndo pela casa e bagunçando meu quarto. E eu lhe informava que não os queria. Que preferia ser única mesmo. E agora eu sinto falta de um irmão. Agora, eu gostaria ter uma pessoa próxima pra me apoiar. É claro, que eu tinha. Minha melhor amiga Stephanie. Mas, um parente é diferente. É algo mais próximo. Mias confiante. Só que Stephy quase ocupava aquele espaço. Ela era tão boa, tão compreensiva. Eu a amava muito mesmo. Quando eu estava chorando ela sempre fazia piada do quanto minha cara ficava horrenda quando eu o fazia. Ali andando, senti falta dela. Da grande amiga que fazia umas duas semanas que nem sequer nos falávamos. Ao chegar ao prédio, o porteiro me reconheceu e abriu a porta pra mim. Nem esperei o elevador. Meu apartamento era no primeiro andar, e subir algumas escadas não me faria nenhuma mal. Subi, subi e subi. Minhas pernas estavam literalmente bambas. Elas tremiam. Sério mesmo! Achei que iria desabar ao chegar ao meu apartamento. Abri a porta com tanto desespero que quase acabei com a fechadura. Entrei rapidamente antes de cair na porta mesmo. Larguei a bolsa em algum canto da sala, nem vi onde. Joguei-me na minha poltrona vermelha. Muito chique. Comprada em uma das lojas mais caras da cidade. Grande, confortável e muito boa. Fechei os olhos e esperei um pouquinho até me recuperar da subida que parecia eterna. Caramba! Eu me sentia muito cansada. Acho que desabei por uns dez minutos. Com muito esforço, levantei e fui até a geladeira. Apoiando-me nas coisas que encontrava, peguei a garrafinha de água gelada e tomei. Quase a garrafa inteira. Só faltou engolir a própria garrafa. Eu deveria estar fraca por não comer no intervalo. Esquecê-lo me custaria muito esforço. Até meu lanche, e talvez, minhas pernas. Sentei novamente na poltrona e liguei a TV. Fitei sem olhá-la. Aquele programa de culinária que estava passando era terrível e mal gravado. Parada feito uma tosca fiquei observando a tela quase sem perceber. Saí de transe e peguei minha pequena agendinha rabiscada que ganhei de Stephy no dia do meu aniversário depois de eu terminar com aquele ser. Quando ela me entregou o presente, me olhou bem nos olhos e sorriu:
-Escute muito bem. Quero essa agenda cheia de nomes, de garotos gatos e bem sucedida, no final do mês. – Eu me lembro que sorri, sem humor, pra não deixá-la magoada.
Peguei a agenda e procurei pela letra “S” e achei. Lá estava o nome e o número daquele ser. Joguei a agenda longe no mesmo instante em que percebi o nome que procurava. Desliguei a televisão e me arrastei até o banheiro. Liguei o chuveiro e deixei a água correr na banheira até enchê-la, enquanto pegava a loção de banho pra acrescentar ao meu “banho de relaxamento”. Deitei-me sobre a água morna e relaxei. Ou melhor, eu estava relaxando até o momento em que alguém ligou e não deixou recado. Fiquei curiosa. Uma onde de nervosismo chocou contra meu coração. E se, por um belo acaso, fosse... Ér... E se fosse aquele ser? Se, por outro lindo acaso, ele quisesse voltar pra mim? Ou melhor, dizer que me ama! Depois do telefonema sem resposta, meu banho relaxante se desmoronou. Balancei a cabeça, lamentando não ter atendido o telefonema, e fui para o quarto afim de por uma roupa e arranjar algo para desocupar minha mente. Baguncei um guarda-roupa a fim de achar uma roupa legal e achei. Adivinha! Meu suéter azul por cima de uma blusa branca com bolinhas também azuis e minha calça jeans que comprei na França, um ano antes daquele ser terminar comigo. Ah, e meu tênis da Nike ficou super fashion com a minha combinação perfeita. Maquiei-me, enganchei meus brincos de pura prata nas minhas orelhas, e o que não podia faltar eram minhas lindas e amáveis pulseiras. Lembrei que havia duas semanas que eu não falava com minha melhor amiga. E sair com ela seria uma ótima ideia. Penteei meus cabelos escuros e molhados e corri pegar a agendinha que estava largada no chão da sala. Procurei pela letra “S” e achei o número de Stephy.
segunda e terceira página do meu livro
Percebi que eu estava parada na calçada e olhando a porta da farmácia onde o Simon trabalha. O vento continuava a soprar forte e sem dó. O sol estava bem acima de minha cabeça. As nuvens nem apareciam de tão forte que o sol brilhava. Apenas dava-se para ver o azul claro do céu e aquela bola quente e amarela bem no meio dele. Penteei meus cabelos com as mãos, ajeitei o suéter que estava aberto e sacudia de um lado para o outro e balancei a cabeça. Tentei esquecer esses pensamentos que dominaram minha mente por... Ah. Meu Deus! Eu estava atrasada. Ficar presa em devaneios sobre o ex-namorado é tão bom quanto levar uma bronca de seu chefe em plena manhã de sexta-feira. Fechei os olhos e pensei no quanto meu dia seria bom e luminoso de coisas boas. Saí correndo para o trabalho esbarrando em quase todo mundo que passava por mim. Eu apenas dizia “Hei, desculpe” ou “Com licença”. Eu quase levava as malas das pessoas comigo, talvez quase arrancasse suas mãos ou quem sabe os ombros.
Cheguei ao trabalho cumprimentos a todos com “Oi, bom dia”. Eu era tão educada. Que chegava a dar orgulho de mim mesma. Se meus pais estivessem vivos, aposto que ficariam surpresos com meu bom comportamento depois que saí do colégio. É que você sabe como são adolescentes, não é? Eles são chamados de “aborrecentes”. E na minha época eu era terrivelmente terrível. Eu causava muitos problemas aos coordenadores. Quase fui expulsa uma vez por xingar uma professora de uma coisa muito feia mesmo. Só que acabei apenas tendo que escrever uma folha inteira de “NÃO DEVO FALAR MAL DOS PROFESSORES”. Foi tudo muito chato, mas, foi melhor do que ser expulsa.
Fui até minha mesa rezando para que ele não estivesse andando por ali para ver como estavam indo as notícias, mas, ele estava. E quando me viu mandou que eu fosse a sala dele. Entrei em sua sala bem quietinha e com um gesto de educação pediu que eu me sentasse. Se não fosse para levar bronca eu até diria que ele é um sujeito educado, mas me sentei para não cansar de ficar em pé enquanto o Sr. Gralha falava. É assim que todos o chamavam, mas claro, que ele não sabia e se soubesse nos demitiria na hora. Ele estava tão furioso que queria marcar minha testa com os números 7 e 30. Pensei que ele iria saltar em cima de mim a qualquer minuto. Imaginei que antes de sair de casa ele deveria ter brigado com a mulher ou, talvez, descobriu que sua filha mais nova namora um cara dez anos mais velho. Também há a possibilidade de sua filha ter chegado em casa cinco horas da manhã ou quem sabe apareceu grávida de um traficante. Eram apenas probabilidades, porque eu nem sei se o cara tem filha e nem sei se é casado. Mas tenho certeza que ele estava muito bravo e todos da editora do jornal sofreriam durante o dia inteiro ou enquanto durasse o mal-humor do chefe. Achei que eu morreria dentro da sala dele ouvindo o sermão, mas fiquei feliz em saber que, ao sair de lá, ainda estava viva. Sentei na minha mesa normalmente, como sempre, e fui ver as notícias que eu tinha que escrever e arranjar manchetes que chamariam a atenção do público. As notícias eram quase sempre a mesma coisa. Mas, eu era excelente em criar manchetes legais. A primeira notícia era meio arrepiante. Era de uma mãe – que tinha 21 anos, morava em São Paulo, num dos bairros mais pobres - que deixou uma criança no carrinho tomando leite na mamadeira e foi lavar roupa. A mãe desnaturada deixou a criança sozinha e o neném acabou afogando-se. O título para essa notícia era simplesmente fácil.
“Consequências de uma mãe descuidada”
Após o título começava o texto com detalhes de onde a mãe morava, a idade, o nome e sobrenome dela e testemunhos de vizinhos. E depois informava teorias de como a criança morreu, qual o nome dela, qual a idade e como ela era fisicamente e se apresentava alguma doença. E num outro parágrafo é apresentado o que a polícia diz sobre isso, como a mãe estava no momento e o que aconteceria com ela.
O resto das notícias era sobre agricultura, esportes e lazer. Sobre melhorias na cidade, empregos disponíveis, entre outros. Mas, o meu trabalho era escrever textos e manchetes de notícias então o resto eu deixei para Cléo, a garota loura de olhos verdes estonteantes e com um corpo violão na quais os caras que ela passava babavam ao vê-la. Era super humilhante andar ao lado de Cléo Pierre. Todos os caras olhavam somente para ela. Só que, claro, suas roupas os deixavam mais fixados em seu corpo. Aquelas blusas totalmente decotadas e as saias curtas eram terrivelmente escandalosas. Um dia quando passei pelo cara tarado que trabalha numa mesa antes da minha, me chamou e me perguntou isto:
-Por que você não se veste como a Cléo? Docinho, você iria ficar esplêndida!
Minha cara ficou assombrada. Meus olhos viraram chamas. Eu queria esbofeteá-lo bem no meio daquela cara de retardado. Achei que meus ouvidos estavam ouvindo mal. Talvez, ele só estivesse mexendo os lábios sem soltar uma palavra. Mas, eu sabia que ele havia falado e era bem aquilo que eu escutei.
-Porque não gosto de chamar atenção. – respondi bem calma a ele, que sorriu maliciosamente.
-Você chama a atenção. – Eu não descobri até hoje o que ele quis dizer com aquelas palavras. Apenas virei pra frente e comecei a trabalhar. Esqueci num segundo aquela conversa fiada e de mau gosto.
Quando lembrei do cara eu sorri. Chamar a atenção. Eu gostaria de chamar a atenção, mas de um determinado homem. Só um. Mas me proibi eternamente de citar o nome daquele ser que me esqueceu fácil, fácil. Umas das regras pra esquecê-lo é fazer isso e é isto que farei. Não quero me lembrar dele. Nem de seus cabelos bagunçados de uma cor preta tão intensa que me enlouquecia. Aqueles ombros largos e musculosos. Os braços fortes envolvendo minha cintura como se estivesse me protegendo de algo. É! Talvez estivesse protegendo a mim de mim mesma. Pena que ele não soube fazer isso bem... Balancei a cabeça para espantar os “maus” pensamentos. Aliás, eu nunca mais deveria pensar nele. Nunca!
Primeira página do meu livro
Capítulo um – De volta
Cada vez que eu passava por ele, nem sequer olhava pra mim e muito menos, me notava. Eu fico me perguntando “Será que esqueceu de mim? Ou será que já não me ama mais?” Bom, parece verdade porque tenho quase certeza que nem se lembra que um dia eu estive na sua vida. O vento batia no meu rosto como um chicote. Meus cabelos voavam e voltava-se para minha face. Ali, parada, vendo-o, ele reagia como se nada estivesse acontecido. Era tão bom vê-lo toda manhã, mas, ao mesmo tempo era tão difícil suportar apenas vê-lo. Umas lágrimas surgiam nos meus olhos, não era fácil ignorá-las. Ao contrário, cada vez ficava mais difícil. Mas, eu não choraria na rua por causa de um cara que não dava à mínima pra mim. Por um cara que me esqueceu tão fácil quanto uma criança esquece de chorar quando recebe um pirulito. Eu não deveria ficar tão tristonha assim, aliás, ele parecia nem se importar com tudo o que aconteceu. E eu, ali, sofrendo. Chorar?Ah, não! E se ele, ocasionalmente, me visse?Eu não gostaria que ele reparasse em mim quando eu estivesse com aparência horrenda. Eu não faria isso, não choraria. Nenhuma garota faria certo? Toda vez que o via eu lembrava da reação dele diante daquilo. Eu preferia morrer a perdê-lo. Eu ainda o amava e o perdi. Não foi culpa minha! Ele apareceu no momento errado e no lugar incorreto. Quando me virei para olhá-lo naquele dia, seus olhos retratavam tristeza e traição. Eu quase surtei quando ele deixou a nossa aliança de compromisso com uma pequena rosa. Logo vi um bilhete do lado onde estava escrito assim:
Estou terminando com você. Esta rosa é só pra lembrar que foi bom enquanto durou.
Simon Boulevard
Tenho as alianças até hoje guardadas numa gaveta do meu guarda-roupa que é chaveada. Nunca mais as toquei e não pretendo fazer isso tão cedo. Ah, e outra coisa! Sabe o que ele falou quando me olhou com aquele olhar que te faz querer abrir um buraco em baixo de si e se enfiar? Isso “Como você pôde?”. Quando ele falou isso eu quase berrei, mas, nada saia. Fiquei sem voz. Minha garganta sufocou. Não consegui mexer um membro do meu corpo que fosse. Paralisei. Depois daquele dia, eu apenas o via quando ia para o trabalho e mesmo assim nunca mais nos falamos. Só que o pior era que já era tarde demais. Não havia nada a ser feito, além de vê-lo entrar no trabalho. Nem mesmo chorar no meio da rua, na frente de todo o mundo iria o trazer de volta pra mim. Eu sabia que ele nunca mais me olharia, ao menos, não como mulher.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
7 Passos para um namoro de sucesso!
Fica a Dica:
1 – Respeitem-se
Parece ser a coisa mais fácil do mundo, não é? Todo mundo está acostumado a respeitar o outro, viver em sociedade e essas coisas, blablabla. Mas não é bem assim. Se você conhecer um garoto que sai com as amigas, tenha cuidado mas não pegue no pé. Mostre que você confia nele e que, apesar de ter um pouco de ciúme, não o tranca em uma jaula.
2 – Conversem
Casais que não conversam me deixam em desespero. Tudo bem, não precisa falar com parar o tempo todo, isso também não é normal, mas precisa conversar, dividir pensamentos, trocar ideias.
3 – Beijem
Sabia que muitas pessoas, depois de algum tempo de namoro, deixam de se beijar? É como se não fosse mais necessário – ainda mais depois que o casal faz sexo. O beijo se torna algo que ficou no passado. E esse erro pode levar um relacionamento à ruína.
Beijar é bom. Além de ser bom porque é gostoso, demonstra carinho, preocupação e pode ser feito – com limites e bom senso – em qualquer lugar. Cientistas descobriram que o beijo diminui o cortisol no sangue, hormônio responsável pelo stress, e aumenta os níveis de oxitocina, hormônio ligado ao vínculo social, que motiva o beijo e o abraço. Isso quer dizer que, quando você beija, fica feliz e quer sorrir para o mundo.
Taí, guerras podiam ser resolvidas assim…
4 – Dê espaço
É muito bom ficar grudado em quem a gente gosta, ainda mais no começo do namoro. O resto do mundo fica tão chato que não merece nossa atenção, não é? Só que chega uma hora que esse grude todo começa a deixar qualquer um maluco. Dê um tempo para o garoto respirar, viver uma parte de sua vida sozinho, de um tempo pra sentir falta.
5 – Aceite críticas
Ele diz que seu cabelo está estranho ou que sua roupa não ficou muito legal e a guerra começa. Você fica brava, acha um absurdo e diz que ele só te critica. Pra melhorar tudo, ele diz que o sapato novo é péssimo e a bolsa está horrível com aquela roupa. Pronto, alguém será morto nos próximos minutos. É claro que tudo pode ser dito e existem formas e formas de se falar as coisas, mas você precisa entender que não, ele não ama tudo em você. E isso é super normal. Apenas dê mais olhadinha no espelho e veja se ficou legal mesmo. Se você realmente gostou da roupa, explique a ele e ele com certeza vai entender.
6 – Aproveite-se da rotina
Todo mundo diz isso, né? Rotina é ruim, rotina é vilã, ela destrói namoros que teriam tudo pra dar certo… MEN-TI-RA! Você já viu alguém viver sem rotina? Uma pessoa que faz tudo, exatamente tudo diferente todos os dias? Impossível.
A rotina pode ser uma grande aliada. Não é bom você saber que na sexta a noite vai encontrar seu namorado e acordar juntinho com ele no sábado de manhã? Ou que vocês vão correr no parque todo domingo e esse momento é só de vocês, sem ninguém pra atrapalhar? O que você não pode é se acomodar e nunca sugerir nada novo. Pense em lugares em que vocÊs nunca foram, use o Google e procure lugares bacanas na sua cidade, na cidade vizinha, em locais próximos. Pense numa viagem de fim de semana, vá acampar, peça para ir ao shopping, comer pastel na feira…
Lembre-se que todos nós ficamos encantados com coisas novas, sejam elas simples ou cheias de coisa.
7 – Dê risada
Uma das melhores coisas da vida é dar risada. Ria da seu namorado e deixe que ele ria de você. Todo mundo faz besteira, fala bobagem e, de vez em quando, tropeça. Divirtam-se e sejam a melhor companhia para o outro. Não importa se o que faz vocês felizes seja jogar vídeogame, rpg ou ver televisão.
Mostre que você é uma boa companhia para rir e deixa ele provar que também sabe ser divertido. Qualquer relacionamento ganha uma carga de energia positiva depois de uma dia em que você riu, se divertiu e notou que qualquer momento pode ser melhor com a pessoa que você escolheu para namorar. :)
domingo, 3 de outubro de 2010
Olha só que SONHO! Esmalte que BRILHA na luz negra
Isso sim que é GLAMOUR!
Esse esmalte é recomendado para baladeiras. A cobertura deixa as unhas brilhantes para arrasar na pista garotas!
O esmalte verniz incolor lançado pela Specialittá promete deixar as unhas fluorescentes na luz negra. A novidade deixa a produção diferente na balada, mas não aparece na iluminação normal. A cobertura pode ser aplicada em cima de qualquer esmalte, que próximo da luz negra fica com a cor branca, azul ou roxa. E não é fácil ter precisão com o verniz, que é mais líquido que os demais produtos para a unha. Apesar de ser transparente, precisa ser aplicado com cuidado, sem borrar os cantinhos e dedos, já que as imperfeições também se destacam na luz especial. O verniz incolor deixa a unha fluorescente!
Antes de aplicar o produto (esqueda) e as imperfeições destacadas na luz negra (direita)
Esse esmalte é recomendado para baladeiras. A cobertura deixa as unhas brilhantes para arrasar na pista garotas!
O esmalte verniz incolor lançado pela Specialittá promete deixar as unhas fluorescentes na luz negra. A novidade
Antes de aplicar o produto (esqueda) e as imperfeições destacadas na luz negra (direita)
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