domingo, 28 de agosto de 2011





Eu sou amiga de quem é meu amigo. Não interessa quem tu é ou quem quer ser, pra mim roupa não define caráter. (Roberta Messi)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O 'acontecer' é coisa da vida. Simplesmente, acontece.

Não se sinta mal. Não é culpa sua. Aconteceu apenas porque tinha de acontecer. Não importa o quanto você fizesse pra mudar isso. O que tem que acontecer, simplesmente acontece. Não se pode mudar o destino ou o futuro, nem voltar ao passado e fazer diferente. O que se pode fazer é erguer a cabeça, esquecer o que passou e seguir em frente. Muitas coisas piores acontecerão, mas quando chegar mais a frente, você estará rindo, porque a mesma situação irá se repetir muitas vezes e cada vez pior. Você estará quase tão acostumado que já não dará tanta importância. Se for pra ser, será. Mas, se não for pra ser, então, conforme-se. Não há exatamente nada que se possa fazer. Pense assim: Tudo acontece por alguma razão, seja ela qual for. Pra vir o bem, precisa vir o mal. E coisas ruins acontecem para existir as coisas boas. Não vale a pena chorar pelo leite derramado. Aconteceu? Aconteceu o que tinha de acontecer. E agora? Você só tem uma opção: continuar. A vida segue, não é? Por isso existe a depressão. Pessoas mergulham no fundo do poço e ficam lá. Não conseguem sair. É por isso, que se deve ter força para superar as coisas ruins. Na vida há altos e baixos. De vez em quando você está no alto, mas às vezes, você está no baixo. E quando se está no baixo, você precisa subir de volta, não é? Pois, então. A vida inteira é assim. Subindo e descendo, mas sempre se consegue chegar aonde você quer chegar. Com muito esforço. Mas, consegue. Isso é porque você acaba aprendendo com os erros, acaba deixando de lado as coisas que não fazem sentindo, que não vão prestar pro futuro. Isso acontece porque você aprende a dar valor às coisas antes mesmo de perdê-las e deixa de se culpar por coisas que não deram certo. Afinal, não era pra ser mesmo.

                                            Bruna Coelho (You don't Define Me)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

É assim,



"Tudo muda: As coisas, as pessoas, nós, os sentimentos, os medos, os sonhos. Se não muda pra melhor, muda pra pior. Mas muda." 


De @ApenasUmaMenina.

sábado, 4 de junho de 2011

O problema é que,

ninguém sabe se vai dar certo ou errado. Se vai valer a pena ou não. Se dá pra acreditar ou não. Se arriscar? Algo perigoso, não? Pois, é. Mas se não arriscarmos, então o que faremos da nossa vida? A vida é cheia de surpresas e, muitas vezes, para acontecer coisas boas, coisas ruins devem vir primeiro. Eu sei, não é fácil. Mas, também não é difícil. O que se deve mesmo, é tomar cuidado com ilusões. Enquanto você vive nelas tudo é maravilhoso, mas depois que elas se vão, você fica com a cara no chão. E pra se levantar? É aí que está o problema. Se levantar é a parte mais difícil de se arriscar. Demora um pouco. Mas você levanta. A ferida cicatriza, você volta a sorrir, a ser como antes...até vir de novo alguém e te fazer passar por tudo isso outra vez. Mas, é um fato da vida. Que ninguém escapa.

                                                                         Bruna Coelho (You don't Define Me)

domingo, 15 de maio de 2011

E sempre,

quando pensamos que tudo vai melhorar que tudo está indo às mil maravilhas, que parece que, finalmente, tudo se resolveu, tudo está na boa. Neste exato momento tudo começa a desabar. Tudo vira de pernas pro ar, tudo se desencaixa, tudo dá errado, tudo vira uma tremenda bagunça que, na hora, parece que nunca vai poder ser arrumada. Mas, coisas acontecem, a vida segue, o mundo continua girando, sua vida passa, a hora corre, os minutos voam, as situações mudam, pessoas vem e vão, amores entram na nossa vida e saem com a mesma facilidade de que entraram e tudo muda. Simplesmente assim. 

                                                         Bruna Coelho ( You don't Define Me )

As pessoas costumam

As pessoas costumam não pensar antes de falar. Costumam soltar as palavras como jogar cartas sobre a mesa. Costumam criticar sem saber nada sobre mim. Costumam me julgar sem nem ao menos me conhecer. As pessoas costumam me interpretar mal, não conseguem entender, não conhecem os motivos pelos meus atos. Costumam perguntar se estou bem já demonstrando que não se importam com a resposta. Costumam magoar. As pessoas costumam se meter na minha vida, na minha felicidade.

                   Bruna Coelho ( You don't Define Me )

Quero apenas viver

Eu quero viver. Não importa o quando me custe isso. Cansei de ser o que as pessoas querem que eu seja, cansei de ter de agradá-las e dar uma boa impressão. Cansei de ter de esconder o que realmente sou e expor alguém que não sou. Cansei de ter que me importar com que outro vai pensar quando eu for fazer algo. Cansei de ter de pensar primeiro nos outros e depois em mim, de dizer o que as pessoas querem ouvir, de dar a elas o que querem.  Cansei de ter de olhar pra frente e ver que tem um obstáculo na minha frente e ouvir as pessoas dizerem que sou muito nova pra enfrentar. Cansei de depender dos outros, de ter de dar satisfações, de ter que guardar minha opinião pra mim. Cansei de ser a adolescente ingênua e indefesa que todos acham que sou. Sou mais forte do que pensam.

                                                               Bruna Coelho ( You don't Define Me)

sábado, 14 de maio de 2011

Sou feliz assim

Sou feliz assim. Sou feliz quando penso em você, quando vejo o brilho da felicidade dançando no seu olhar, quando há um sorriso estampado em seu rosto deixando covinhas em suas bochechas, quando sua mão segura a minha como se nunca mais a quisesse soltar, quando seus lábios encostam no meu mostrando todo o amor que sente por mim, quando seu cabelo voa com a brisa leve que passa cantando entre nós. Sou feliz quando me perco dentro de seus olhos, quando seus braços me envolvem fazendo-me sentir que é ali o meu lugar, que é tudo que eu preciso, tudo o que eu mais quero. Sou feliz quando você pronuncia meu nome como se fosse a palavra mais bonita do mundo, quando seu cheiro me cerca, quando ouço seus passos se aproximarem de mim, quando me chama de amor, quando diz que sou sua, quando me elogia, quando diz que está orgulhoso de mim e, acima de tudo, quando fala as palavras que eu mais quer ouvir no mundo: " Eu te amo."

                                 Bruna Coelho ( You don't Define Me )

Às vezes

 Às vezes, me sinto sozinha, como se ninguém estivesse olhando por mim, como se tudo que mais importasse já não tivesse mais tanto valor, como se o mundo girasse e as pessoas fossem robôs, programadas apenas para fingir que tudo está normal e continuar na sua rotina de sempre. Às vezes, me sinto tão sozinha que nada faz sentido, que tudo vai de mal a pior, que quero chorar mas as lágrimas não caem, que o mar ocupa toda a Terra, que passos não me fazem andar, que a música não me faz melhorar, que parece que meus amigos viram as costas pra mim, que meus olhos já não vêem, que da minha boca já não sai mais sons nem palavras, que meus sonhos tornam-se impossíveis de se realizar. Quase vejo o teto caindo sobre minha cabeça, o sol perder o brilho, a lua não trocar de fase, os pássaros não cantar, as folhas não caírem das árvores. Às vezes, me sinto tão sozinha que não parece ter mais motivos pra viver. Mas no fim, tudo dá certo. 

                                  Bruna Coelho ( You don't Define Me )

Eu tentei

Eu juro que tentei te esquecer, te tirar da cabeça, te deixar na parte mais obscura do meu cérebro, te trancar às sete chaves numa gaveta e jogar a chave fora, tentei me livrar das lembranças, jogá-las num rio para que a correnteza a levasse, tentei jogar no lixo as palavras bonitas que você um dia me disse, tentei te trocar por outro alguém, te substituir, juro, eu juro que tentei esquecer os momentos, os beijos, as emoções, tentei mudar os meus sentimentos, fingir que você nunca esteve na minha vida, do meu lado, no meu coração, na minha mente. Juro que tentei parar de pensar no seu toque, no seu cheiro, na sua pele, nos seus olhos. E juro que tentei deixar de te amar. Mas quanto mais eu tento, mais eu me lembro de você.

                           Bruna Coelho ( You Don't Define Me)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Kristen Stewart não está arrasando com esse modelito? Com forro cor champagne que usou para ir à première do filme “Welcome To The Rileys”, em Nova York, em outubro de 2010. A atriz combinou o vestido com scarpin meia pata de cetim preto da marca Atwood.



Fonte: Capricho

domingo, 24 de abril de 2011

Tumblr

http://wegonnarockit.tumblr.com/

Era uma vez,


um menino abandonado no orfanato aos seus quatro anos de idade. Já não acreditava que pudesse ter uma família. Tinha já oito anos de idade e nenhuma família o queria. Era difícil cuidar de um menino que sofria de asma. Ele era ruivo, tinha olhinhos verdes e sardas nas bochechas. Seu corpinho era magro e já não havia mais brilho em seu olhar. A cama do orfanato era quase a ferro puro, suas roupas eram descuidadas, encardidas e surradas. Seu nome é Lucas. O garoto tinha apenas um tênis que ficava apertado pois havia ganhado através de doações dois anos antes. Era um menino quieto, mas inteligente e bem educado. Todos que iam ao orfanato gostavam dele, mas logo que descobriam que tinha asma, o largavam lá novamente. Ninguém abria mão de seu animal de estimação para o garoto poder morar na casa. Preferiam o animal à Lucas. E ele sabia disso. Chorava todas as noites, pedindo a Deus uma família que o amasse e o tratasse bem. Que pudesse ter ao menos um carrinho e uma boa calça. Certo dia, um homem apareceu lá com uma mulher que deduzira ser sua mulher. A moça era linda, estava maquiada, bem vestida dentro de seu vestido largo e branco e sapatos de couro preto. Do lado do homem havia uma garotinha extremamente parecida com a mulher. Tinha os menos olhos verdes e o mesmo cabelo louro e cacheado. O homem tinha olhos castanhos, pele clara e cabelos pretos e bem cortados. Lucas estava sentado num canto do pátio observando aquela família feliz e sorridente passar por ele. Então, começou a imaginar se um dia seria amado como aquela garotinha parecia ser. Ficou minutos ali sentadinho imaginando-se ao lado de um pai e uma mãe e com roupas chiques e novas. Dona Cláudia - um senhora gorda, com batom vermelho vivo em sua boca fina e que sempre vivia de saia verde - chamou-o berrando e quando ele a viu, Dona Cláudia fez um gesto mandando aproximar-se dela. Lucas foi andando tristemente até chegar a ela. Já sabia o que estava pra se repetir. Iam achar ele uma graça, ter pena, levar pro passeio, depois pra casa, descobririam que ele tinha asma e o trariam de volta. Mas, nada podia fazer. Acompanhou Dona Cláudia até uma sala e viu a família que vira há pouco. Dona C. falou tudo que sabia de mim, fez a maior propaganda e eu apenas observava-os intrigado. Ela não contou que eu tinha asma e não sei se isso era bom. ” Vamos levá-lo para o passeio e logo o trago”, disse o homem. Todos concordaram e me preparei para passar por tudo novamente. 
Continua (..)