Para as clarinhas -
Vantagens: é que você vai poder usar uma variedade maior de tons do que as pessoas mais morenas, ou mesmo negras.
Cores: Vermelhos (tomate fica um arraso), alguns roxos médios, rosa-chiclete são ótimas escolhas. É melhor evitar as cores menos clássicas (principalmente se o seu tom de pele puxar para o amarelado), como verdes, amarelos, dourados e azul escuro.
Para as morenas -
Vantagens: pode se jogar nas cores mais brilhantes e vibrantes, sem dúvida. Os tons metálicos também foram feitos para a sua pele, e vão fazer com que você pareça mais bronzeada.
Cores: Laranjas e azuis são um show à parte, mas é bom evitar o marinho e o roxo escuro, que vão empalidecer a sua pele.
Para as bronzeadas -
Cores: aposte nos tonzinhos mais claros de rosa, roxinhos leves, e até um azul mais suave. Alguns marrons, como chocolate, também ficam lindos. Só não force a barra com um dourado, porque vai ficar estranho. Quanto mais natural, melhor.
Para as negras -
Cores: A pedida do inverno? Verdes (principalmente o tom mais escuro), marrons e o clássico vermelho. Pode apostar nestas cores, sem medo. O dourado também fica um arraso na sua pele, mas aconselhamos que você evite os esmaltes muito clarinhos, ou mesmo muito brilhantes. Prata, por exemplo, vai apagar sua cor, em vez de realçá-la.
Fica a Dica: Não se preocupe em combinar o esmalte exatamente com a roupa. Como disse Ana Cravo, ele tem que combinar com o seu estilo. Conhece-te a ti mesma… E não errarás jamais!
Dois advogados se encontram no estacionamento de um motel e reparam que um está com a mulher do outro.
Logo após alguns instantes de "saia justa", um diz ao outro, em tom solene e respeitoso:
— Caro colega, creio eu que o correto seria que a minha mulher voltasse comigo, no meu carro, e a sua mulher voltasse com vossa senhoria, no seu automóvel.
— Concordo, preclaro colega, — retruca o outro — que isso seria o correto. Mas não seria justo, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos apenas chegando...
Logo após alguns instantes de "saia justa", um diz ao outro, em tom solene e respeitoso:
— Caro colega, creio eu que o correto seria que a minha mulher voltasse comigo, no meu carro, e a sua mulher voltasse com vossa senhoria, no seu automóvel.
— Concordo, preclaro colega, — retruca o outro — que isso seria o correto. Mas não seria justo, levando-se em consideração que vocês estão saindo e nós estamos apenas chegando...
Traição à Mineira
O amigo chega pro Carzeduardo e fala:
- Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide!
- Magina! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.
- Carzeduardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, o Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.
- Duvido! Ele não teria corage...
- Mais teve! Pode confiri!
Indignado com o que o amigo diz, o Carzeduardo finge que sai de casa, sesconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta.
Logo vê sua mulher levando o Arcide para dentro do quarto pra começar a sacanage.
Mais tarde, ele encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve.
E então, o Carzeduardo relata cabisbaixo:
- Foi terrive di vê! Ele jogou ela na cama, tirou a brusa... e os peito caiu... tirou a carcinha... e a barriga e a bunda dispencaro... tirou as meia... e apariceu aquelas varizaiada toda, as perna tudo cabiluda. E eu dentro do guarda roupa, cas mãos norosto, pensava: Ai...qui vergonha que tô do Arcide, sô!
- Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide!
- Magina! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.
- Carzeduardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, o Arcide vai pra sua casa e prega ferro nela.
- Duvido! Ele não teria corage...
- Mais teve! Pode confiri!
Indignado com o que o amigo diz, o Carzeduardo finge que sai de casa, sesconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta.
Logo vê sua mulher levando o Arcide para dentro do quarto pra começar a sacanage.
Mais tarde, ele encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve.
E então, o Carzeduardo relata cabisbaixo:
- Foi terrive di vê! Ele jogou ela na cama, tirou a brusa... e os peito caiu... tirou a carcinha... e a barriga e a bunda dispencaro... tirou as meia... e apariceu aquelas varizaiada toda, as perna tudo cabiluda. E eu dentro do guarda roupa, cas mãos norosto, pensava: Ai...qui vergonha que tô do Arcide, sô!
































